Um título que busquei como referencia de clássicos. É um clássico norte americano que retrata um período crítico economicamente que foi a década de 1930.
Uma família é obrigada a deixar as terras em que ocupavam e partem rumo a Califórnia. A viagem é longa, muito longa e os recursos escassos. No caminho eles encontram muitas dificuldades inclusive tendo que racionar muito a comida e a água e a viagem ocorre em péssimas condições. Enfim a família parte com pai, mãe, 3 filhos adultos e duas crianças, avó e avô. Além de contar com a presença do marido da filha, que está grávida e de um ex-pastor e um cachorro. Mas as condições são tão adversas que nem todos completam a viagem.
No caminho eles se deparam com verdadeiras caravanas de outras famílias em busca de trabalho, viajando em péssimas condições, como eles. São famílias inteiras praticamente despejadas de suas moradias (campo), que foram invadidos pelos ricos e poderosos, pelo progresso, pelas máquinas.
Elas nutrem, por meio de um panfleto que aponta novas oportunidades e empregos, a grande esperança de poderem trabalhar na Califórnia e começarem uma nova vida. Mas vão descobrir que não há trabalho para todos e vão se deparar com a hostilidade e com a exploração do trabalho que faz do homem um refém que acaba trabalhando somente a troco de alimentação, somente para que ele e os seus não morram de fome.
Em meio a tanta miséria há pessoas que se unem para lutar por mais direitos e dignidade, porém, qualquer movimento é fortemente repreendido pela polícia.
É uma história triste mas ao mesmo tempo de luta de uma família e mostra principalmente a força de uma mãe, incansável trabalhadora que tenta manter a família unida. Além de trazer um panorama sobre uma época de crise mundial. Também, mostra um lado obscuro dos Estados Unidos onde nem tudo é belo e onde as oportunidades não são para todos, pois mesmo os próprios filhos desta Terra forma expulsos e não tem acolhida ou oportunidades. São multidões que buscam sobreviver em seu próprio país, pois foram expulsas pelo progresso e pelo poderio dos grandes proprietários de terra.
Outro ponto marcante desse livro são os diálogos que nos levam a reflexões sobre crenças, sobre a vida e também sobre luta, pois em muitos momentos alguns personagem apontam a necessidade de união para se conseguir algum objetivo e percebem que sozinhos não temos força mas unidos, podemos muito.
Uma família é obrigada a deixar as terras em que ocupavam e partem rumo a Califórnia. A viagem é longa, muito longa e os recursos escassos. No caminho eles encontram muitas dificuldades inclusive tendo que racionar muito a comida e a água e a viagem ocorre em péssimas condições. Enfim a família parte com pai, mãe, 3 filhos adultos e duas crianças, avó e avô. Além de contar com a presença do marido da filha, que está grávida e de um ex-pastor e um cachorro. Mas as condições são tão adversas que nem todos completam a viagem.
No caminho eles se deparam com verdadeiras caravanas de outras famílias em busca de trabalho, viajando em péssimas condições, como eles. São famílias inteiras praticamente despejadas de suas moradias (campo), que foram invadidos pelos ricos e poderosos, pelo progresso, pelas máquinas.
Elas nutrem, por meio de um panfleto que aponta novas oportunidades e empregos, a grande esperança de poderem trabalhar na Califórnia e começarem uma nova vida. Mas vão descobrir que não há trabalho para todos e vão se deparar com a hostilidade e com a exploração do trabalho que faz do homem um refém que acaba trabalhando somente a troco de alimentação, somente para que ele e os seus não morram de fome.
Em meio a tanta miséria há pessoas que se unem para lutar por mais direitos e dignidade, porém, qualquer movimento é fortemente repreendido pela polícia.
É uma história triste mas ao mesmo tempo de luta de uma família e mostra principalmente a força de uma mãe, incansável trabalhadora que tenta manter a família unida. Além de trazer um panorama sobre uma época de crise mundial. Também, mostra um lado obscuro dos Estados Unidos onde nem tudo é belo e onde as oportunidades não são para todos, pois mesmo os próprios filhos desta Terra forma expulsos e não tem acolhida ou oportunidades. São multidões que buscam sobreviver em seu próprio país, pois foram expulsas pelo progresso e pelo poderio dos grandes proprietários de terra.
Outro ponto marcante desse livro são os diálogos que nos levam a reflexões sobre crenças, sobre a vida e também sobre luta, pois em muitos momentos alguns personagem apontam a necessidade de união para se conseguir algum objetivo e percebem que sozinhos não temos força mas unidos, podemos muito.
É uma bela história.
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