Hoje acordo e tenho o dia todo pela frente.
Tenho todo o tempo do mundo...
E o que fazer com esse bem precioso?
Bom, procuro desencanar e não me ater a essa questão. Afinal, estou de férias.
E... deixo o tempo passar.
Vejo TV. Um pouco, pois ela me cansa muito....
Leio bastante, mas também quero mais ação. Anseio por fazer algo.
Vou ao mercado.
Como.
Faço ergométrica, pelo menos me livro um pouco da culpa pela comilança...
Enfim. Volto a ler. Um pouco de TV.
Na verdade não estou reclamando das férias que só estão começando.
Mas, estou repensando como vou usar meu precioso tempo de vida.
Vida que escorre por entre os dedos, já que viver é uma contagem regressiva para a morte, com o agravante de não sabermos quando será o final, ou qual foi o início da contagem.
Mas, enfim, é bom não ter o controle de tudo, imagine se soubéssemos.
Não iríamos aproveitar a vida. Tão preciosa, vida.
E, amanhã, será um lindo dia...
Esse blog foi criado para compartilhar idéias, pensamentos, acontecimentos, com artigos ou simplesmente dicas sobre livros, filmes, músicas, passeios, educação, enfim, sobre as várias coisas boas da vida, para dividir experiências e pensamentos e para registrar bons momentos. Sejam Bem-Vindos!
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
Leite Derramado - Chico Buarque
Eu li esse livro em um dia e meio, aproximadamente. É muito bom e não dá vontade de largar...
O personagem principal narra sua própria história através de um monólogo onde ás vezes parece conversar sozinho, outras com a filha ou a enfermeira. Mas ele não é o único personagem, pois narra sua própria vida e seus amores, ou melhor, seu grande amor, sua mulher, mãe de sua única filha. Também vai falando de seu avô e acaba contando um pouco da História do Brasil, também.
Ele era de uma família de posses e viajava bastante, além de ter uma vida bem confortável. Porém, após a morte trágica do pai, sua família começa a entrar em decadência financeira e após muitas reviravoltas em sua vida, ele termina seus dias, antes de entrar no hospital, morando em um lugar muito, muito precário com sua única filha, esta já com mais de80 anos.
É um livro tocante. Gostei muito mesmo.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Férias Julho 2013
É mais umas férias, que no meu caso é apenas recesso.
Mas o Pá e o Gá ao todo ficarão uns 40 dias de férias.
Ainda não deu pra viajar, e aliás foi bem corrido, afinal mudamos de residência.
Mas, o que eu estou pensando agora, depois de rever "algumas férias" de anos anteriores é "como as coisas mudam". Não muda o amor e nem a união de nossa família - um verdadeiro tesouro pra mim - mas os meninos estão crescendo....
A adolescência chegando e eles querem mais é ficar mesmo em seus próprios mundos. Nós até jogamos juntos, fomos ao cinema, conversamos, mas já não mais com a mesma frequência.
O Pá adora ficar nas redes sociais e tocar violão.
O Bi adora um jogo no vídeo game ou no PC. Também curti muito assistir filmes e vídeos na internet. Aliás ele vive trazendo novidades desses vídeos, experiências e até mesmo receitas.
Já fizemos junto através de suas indicações, rocambole prestígio, marzipã e pipoca doce. E deu muito certo!
O Bi diz que quer ser chef de cozinha e ele tem talento.
O Pá fala muito em fazer intercambio, pensou em fazer economia, mas o que ele quer mesmo é estudar fora.
Bom, meu Gato está na imobiliária e também começa a fazer História agora em agosto. Está empolgado e quer saber, tenho certeza que ele será um grande professor. É inteligente, tem carisma, é crítico, criativo e tem muito jeito para lidar com as pessoas.
Enquanto escrevo o Bi está de olho pra ver se eu não registro nada demais.... fazendo ele pagar um grande mico! Ele é um FOFO e ele sabe que eu O AMO. Só que como eu não sou de ficar falando, ás vezes parece que ele esquece... (rsssss). Na verdade ele tá numas de brincar comigo e dizer que para o Pablo (que é vegetariano) eu faço tudo e pra ele....deixo a desejar. Ele fala que é "zoeira". Ainda bem. Bom, acho que já escrevi bastante. Vou ficando por aqui.
Ah, em tempo, não estou reclamando. Curto cada fase da vida dos meus filhos e cada uma tem seu lado bom e outro não tão bom, como tudo na vida. Mas, meus filhos estão MESMO crescendo e não quero nem pensar onde isso vai dar, apesar de saber. Meus queridos AMO vocês ontem, hoje e sempre!
O Homem que Roubava Horas - Daniel Munduruku e Janaina Tokitaka
É uma história que faz pensar e isso é muito bom.
Além do mais é contada de maneira bem poética.
É indicado para quem quer fazer pensar e refletir sobre o tempo e o uso que fazemos dele.
Bem legal.
As Vinhas da Ira - John Steinbeck
Um título que busquei como referencia de clássicos. É um clássico norte americano que retrata um período crítico economicamente que foi a década de 1930.
Uma família é obrigada a deixar as terras em que ocupavam e partem rumo a Califórnia. A viagem é longa, muito longa e os recursos escassos. No caminho eles encontram muitas dificuldades inclusive tendo que racionar muito a comida e a água e a viagem ocorre em péssimas condições. Enfim a família parte com pai, mãe, 3 filhos adultos e duas crianças, avó e avô. Além de contar com a presença do marido da filha, que está grávida e de um ex-pastor e um cachorro. Mas as condições são tão adversas que nem todos completam a viagem.
No caminho eles se deparam com verdadeiras caravanas de outras famílias em busca de trabalho, viajando em péssimas condições, como eles. São famílias inteiras praticamente despejadas de suas moradias (campo), que foram invadidos pelos ricos e poderosos, pelo progresso, pelas máquinas.
Elas nutrem, por meio de um panfleto que aponta novas oportunidades e empregos, a grande esperança de poderem trabalhar na Califórnia e começarem uma nova vida. Mas vão descobrir que não há trabalho para todos e vão se deparar com a hostilidade e com a exploração do trabalho que faz do homem um refém que acaba trabalhando somente a troco de alimentação, somente para que ele e os seus não morram de fome.
Em meio a tanta miséria há pessoas que se unem para lutar por mais direitos e dignidade, porém, qualquer movimento é fortemente repreendido pela polícia.
É uma história triste mas ao mesmo tempo de luta de uma família e mostra principalmente a força de uma mãe, incansável trabalhadora que tenta manter a família unida. Além de trazer um panorama sobre uma época de crise mundial. Também, mostra um lado obscuro dos Estados Unidos onde nem tudo é belo e onde as oportunidades não são para todos, pois mesmo os próprios filhos desta Terra forma expulsos e não tem acolhida ou oportunidades. São multidões que buscam sobreviver em seu próprio país, pois foram expulsas pelo progresso e pelo poderio dos grandes proprietários de terra.
Outro ponto marcante desse livro são os diálogos que nos levam a reflexões sobre crenças, sobre a vida e também sobre luta, pois em muitos momentos alguns personagem apontam a necessidade de união para se conseguir algum objetivo e percebem que sozinhos não temos força mas unidos, podemos muito.
Uma família é obrigada a deixar as terras em que ocupavam e partem rumo a Califórnia. A viagem é longa, muito longa e os recursos escassos. No caminho eles encontram muitas dificuldades inclusive tendo que racionar muito a comida e a água e a viagem ocorre em péssimas condições. Enfim a família parte com pai, mãe, 3 filhos adultos e duas crianças, avó e avô. Além de contar com a presença do marido da filha, que está grávida e de um ex-pastor e um cachorro. Mas as condições são tão adversas que nem todos completam a viagem.
No caminho eles se deparam com verdadeiras caravanas de outras famílias em busca de trabalho, viajando em péssimas condições, como eles. São famílias inteiras praticamente despejadas de suas moradias (campo), que foram invadidos pelos ricos e poderosos, pelo progresso, pelas máquinas.
Elas nutrem, por meio de um panfleto que aponta novas oportunidades e empregos, a grande esperança de poderem trabalhar na Califórnia e começarem uma nova vida. Mas vão descobrir que não há trabalho para todos e vão se deparar com a hostilidade e com a exploração do trabalho que faz do homem um refém que acaba trabalhando somente a troco de alimentação, somente para que ele e os seus não morram de fome.
Em meio a tanta miséria há pessoas que se unem para lutar por mais direitos e dignidade, porém, qualquer movimento é fortemente repreendido pela polícia.
É uma história triste mas ao mesmo tempo de luta de uma família e mostra principalmente a força de uma mãe, incansável trabalhadora que tenta manter a família unida. Além de trazer um panorama sobre uma época de crise mundial. Também, mostra um lado obscuro dos Estados Unidos onde nem tudo é belo e onde as oportunidades não são para todos, pois mesmo os próprios filhos desta Terra forma expulsos e não tem acolhida ou oportunidades. São multidões que buscam sobreviver em seu próprio país, pois foram expulsas pelo progresso e pelo poderio dos grandes proprietários de terra.
Outro ponto marcante desse livro são os diálogos que nos levam a reflexões sobre crenças, sobre a vida e também sobre luta, pois em muitos momentos alguns personagem apontam a necessidade de união para se conseguir algum objetivo e percebem que sozinhos não temos força mas unidos, podemos muito.
É uma bela história.
Ser Escravo no Brasil - Kátia Mattoso de Queirós
No curso de História tem uma disciplina chamada História do Brasil I. Esse livro foi referência para algumas aulas. O tema me interessa muito e o encontrei na biblioteca.
Comecei a ler e gostei muito. É um livro muito bem documentado e ao mesmo tempo com uma narrativa encantadora.´
É claro que como o próprio título mostra não encontramos romantismos, muito pelo contrário. São fontes que nos mostram os horrores da vida do escravo africano no Brasil. Mas também aborda o cotidiano desses escravos, especialmente na Bahia mas também fala um pouco do Rio de Janeiro, Minas e São Paulo. Mostra as diferenças entre os escravos das diferentes regiões do país e também as diferenças entre os escravos urbanos e rurais.
Também faz uma abordagem da prática escravagista na África - diversa da que ocorreu no Brasil e em outros lugares do mundo - e também aponta até mesmo para a escravidão que acontecia também em alguns quilombos.
O livro trata ainda das irmandades e resistências. Enfim, é um livro de estudo mas nada cansativo. É uma grande fonte de estudo e também para conhecer mais sobre o assunto. Muito, muito bom.
Em tempo, ele também foi referencia para um trabalho de PPI do segundo semestre.
domingo, 12 de maio de 2013
Para Márcio, com Amor
Meu amor é tão valente
Tem encanto, carisma
É simplesmente envolvente
Meu amor é mesmo assim
Inteligente, charmoso
E de uma beleza sem fim
É todo carinho, cuidado e atenção
Cuida de mim, dos nossos filhos
Sempre com amor e dedicação
Meu amor é todo coração
Até parece que ele é movido
Somente de amor e emoção
E além de lindo, dedicado e amoroso
Meu amor é também muito inteligente
Também sagaz e talentoso
É, palavras não tem o poder
De demonstrar
Todo o meu querer
É que palavra tem o defeito
De não conseguir de todo
Traduzir o que vai no peito
Mas, enfim, é uma tentativa
De fazer entender o quanto
Você é importante na minha vida
(Para Márcio, com Amor...)
Tem encanto, carisma
É simplesmente envolvente
Meu amor é mesmo assim
Inteligente, charmoso
E de uma beleza sem fim
É todo carinho, cuidado e atenção
Cuida de mim, dos nossos filhos
Sempre com amor e dedicação
Meu amor é todo coração
Até parece que ele é movido
Somente de amor e emoção
E além de lindo, dedicado e amoroso
Meu amor é também muito inteligente
Também sagaz e talentoso
É, palavras não tem o poder
De demonstrar
Todo o meu querer
É que palavra tem o defeito
De não conseguir de todo
Traduzir o que vai no peito
Mas, enfim, é uma tentativa
De fazer entender o quanto
Você é importante na minha vida
(Para Márcio, com Amor...)
Pantano de Sangue - Pedro Bandeira
Esse livro eu li porque o Bi tinha que ler pra escola. Estava meio preguiçoso... Então resolvi dar uma forcinha, ia e ele líamos e comentávamos a trama. Da metade até o fim do livro eu lia a parte da narração e ele a dos diálogos. Ficou bem legal. E o melhor é que ele gostou da história.
Bom, é mais uma aventura dos Karas, um grupo de amigos do Colégio Elite, que já protagonizaram "A droga da obediencica" e acredito que outros títulos de Pedro Bandeira.
O legal da historia é que lança uma questão ambiental e de preservação importantes em meio a uma trama da pesada, com mortes, sequestros e outras cositas mas... Bom, dá pra perceber que também tem mistério e ação. Bem legal, especialmente para os adolescentes.
Bom, é mais uma aventura dos Karas, um grupo de amigos do Colégio Elite, que já protagonizaram "A droga da obediencica" e acredito que outros títulos de Pedro Bandeira.
O legal da historia é que lança uma questão ambiental e de preservação importantes em meio a uma trama da pesada, com mortes, sequestros e outras cositas mas... Bom, dá pra perceber que também tem mistério e ação. Bem legal, especialmente para os adolescentes.
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Apologia da História - Marc Bloch
Eu li esse livro, por indicação de uma professora, Silene, no 1º Semestre da faculdade. Marc Bloch escreveu esse livro quando estava na prisão, vítima do regime fascista e depois, veio a ser morto. Ele descreve o ofício do historiador, suas possibilidades e também as armadilhas da profissão, o que deve ser evitado. É uma obra bem interessante, de um dos fundadores da Escola dos Annales.
Um estranho no espelho- Sidney Sheldon
Acabei de ler esse livro, que peguei emprestado da minha mãe.
Sheldon é um grande autor de livros tipo novelão. Romances com muita ação, intriga e tudo o mais.
Eu gosto do seu estilo.
E esse romance é cheio de acontecimentos, reviravoltas e até mesmo o que parece impossível acontece.
Trata da história de duas pessoas, que só vão se encontrar quase no final do livro, lutando pelo estrelato em Hollywood. Suas trajetórias são distintas, onde os personagens vivem grandes adversidades mas também conhecem o glamour e a beleza do mundo das artes. Tobby Temple e Justine são os personagens principais.
Sheldon é um grande autor de livros tipo novelão. Romances com muita ação, intriga e tudo o mais.
Eu gosto do seu estilo.
E esse romance é cheio de acontecimentos, reviravoltas e até mesmo o que parece impossível acontece.
Trata da história de duas pessoas, que só vão se encontrar quase no final do livro, lutando pelo estrelato em Hollywood. Suas trajetórias são distintas, onde os personagens vivem grandes adversidades mas também conhecem o glamour e a beleza do mundo das artes. Tobby Temple e Justine são os personagens principais.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Um estudo em Vermelho - Arthur Conan Doyle
É a primeira história de Sherlock Holmes. Eu ainda não tinha lido nada desse autor e adorei.
Ele desvenda o mistério na primeira parte e na segunda traça todo o drama dos envolvidos: vítimas e assassino, se é que nessa história pode-se dizer assim. É uma história de vingança e uma trama muito bem traçada. Além de se passar na Londres do século XIX. Adoro o lugar e a época.
Adorei, de verdade.
Ah, é um livro que o Pablito ganhou na escola. Também estava em casa há um tempo e nessas férias resolvi ler. E não me arrependi. Aliás, os clássicos são mesmo, os melhores.
Ele desvenda o mistério na primeira parte e na segunda traça todo o drama dos envolvidos: vítimas e assassino, se é que nessa história pode-se dizer assim. É uma história de vingança e uma trama muito bem traçada. Além de se passar na Londres do século XIX. Adoro o lugar e a época.
Adorei, de verdade.
Ah, é um livro que o Pablito ganhou na escola. Também estava em casa há um tempo e nessas férias resolvi ler. E não me arrependi. Aliás, os clássicos são mesmo, os melhores.
Umberto Eco - O nome da Rosa
Não sei se já registrei a leitura desse livro.
Eu o li no ano passado e gostei muito. Trata de mistérios, alguns crimes, mas acima de tudo, mostra o dia a dia dos religiosos católicos e o poder da Igreja. Um livro muito bem escrito e cativante.
É um daqueles livros que eu quero ler ainda muitas vezes mais.
Eu o li no ano passado e gostei muito. Trata de mistérios, alguns crimes, mas acima de tudo, mostra o dia a dia dos religiosos católicos e o poder da Igreja. Um livro muito bem escrito e cativante.
É um daqueles livros que eu quero ler ainda muitas vezes mais.
O Queijo e os Vermes - Carlo Ginzburg
Esse livro eu li o ano passado e reli agora nas férias.
É um livro típico de um método da história que procura estudar algo comum através do particular.
Nesse caso o escritor vasculhou a vida de Menocchio, um moleiro dos campos da Itália, do século XVI.
Esse senhor era um tanto incomum. Bem incomum. Ele ousou conversar com as pessoas sobre suas idéias que contestavam o poder da Igreja e até mesmo o próprio Cristianismo.
Ele tinha ideias como: "A bíblia havia sido escrita por padres e freiras que não tinham o que fazer", ou "Se Jesus fosse o filho de Deus, porque morreu na cruz", entre outras. Que parecem verdadeiros absurdos e heresias para a maioria das pessoas (não para mim), nos dias atuais, imagine na época, em que a Igreja dominava o mundo.
Bem, tais conversas e pensamentos o levaram a Inquisição. Ele foi preso, torturado e é incrível a sua gana por dizer o que pensava.
É uma história muito, muito interessante. E o autor busca as informações através de documentos e tenta reconstruir os caminhos que levaram Menocchio aos seus pensamentos tão diferentes. Faz, por exemplo, uma busca em suas leituras e diálogos.
Um ótimo livro para quem gosta de História e mesmo para quem não estuda o assunto.
É um livro típico de um método da história que procura estudar algo comum através do particular.
Nesse caso o escritor vasculhou a vida de Menocchio, um moleiro dos campos da Itália, do século XVI.
Esse senhor era um tanto incomum. Bem incomum. Ele ousou conversar com as pessoas sobre suas idéias que contestavam o poder da Igreja e até mesmo o próprio Cristianismo.
Ele tinha ideias como: "A bíblia havia sido escrita por padres e freiras que não tinham o que fazer", ou "Se Jesus fosse o filho de Deus, porque morreu na cruz", entre outras. Que parecem verdadeiros absurdos e heresias para a maioria das pessoas (não para mim), nos dias atuais, imagine na época, em que a Igreja dominava o mundo.
Bem, tais conversas e pensamentos o levaram a Inquisição. Ele foi preso, torturado e é incrível a sua gana por dizer o que pensava.
É uma história muito, muito interessante. E o autor busca as informações através de documentos e tenta reconstruir os caminhos que levaram Menocchio aos seus pensamentos tão diferentes. Faz, por exemplo, uma busca em suas leituras e diálogos.
Um ótimo livro para quem gosta de História e mesmo para quem não estuda o assunto.
Jubiabá - Jorge Amado
Esse livro eu li no ano passado. (emprestado da minha mãe).
É uma história de pessoas simples, que se passa na Bahia. Pessoas comuns e quase todas a margem da sociedade. São os excluídos. Tem bastante crítica social e em alguns momentos é comovente.
É o primeiro livro de Jorge Amado que eu li e gostei. Principalmente pelas críticas sociais.
Círculo do Livro S/A
É uma história de pessoas simples, que se passa na Bahia. Pessoas comuns e quase todas a margem da sociedade. São os excluídos. Tem bastante crítica social e em alguns momentos é comovente.
É o primeiro livro de Jorge Amado que eu li e gostei. Principalmente pelas críticas sociais.
Círculo do Livro S/A
O Guia do Mochileiro das Galáxias - Douglas Adams
Bom, eu gosto de ler gêneros diferentes, de variar.
Esse livro o Pablo que quis ler e pegamos emprestado na biblioteca.
Apesar de ter uma mensagem legal sobre a humanidade, sobre os seres humanos, não gostei muito não.
Talvez sejo o estilo, ficção científica, com muitas palavras complicadas e personagens diferentes, com duas cabeças, três braços, por exemplo, sei lá.
É a história de um sujeito que é salvo da destruição do planeta Terra e vai parar em Magrathea. Um outro planeta. Bom, existem vários planetas habitados e várias espécies de vida na história. Até que é interessante, mas talvez eu não tenha gostado muito pelos elementos, personagens, paisagens, tudo muito, muito distante...
Editora Sextante.
Esse livro o Pablo que quis ler e pegamos emprestado na biblioteca.
Apesar de ter uma mensagem legal sobre a humanidade, sobre os seres humanos, não gostei muito não.
Talvez sejo o estilo, ficção científica, com muitas palavras complicadas e personagens diferentes, com duas cabeças, três braços, por exemplo, sei lá.
É a história de um sujeito que é salvo da destruição do planeta Terra e vai parar em Magrathea. Um outro planeta. Bom, existem vários planetas habitados e várias espécies de vida na história. Até que é interessante, mas talvez eu não tenha gostado muito pelos elementos, personagens, paisagens, tudo muito, muito distante...
Editora Sextante.
O sofá estampado - Lygia Bojunga
Esse livro ficou um tempão em casa e eu não lia. O Gabriel pegou emprestado na escola.
Daí, nessas férias resolvi ler.
Adorei. É uma história emocionante, cheia de metáforas e poesia. Seus personagens quase todos são animais, mas com comportamentos e vida bem humanas. É uma graça. O personagem mais cativante é o tatu Vítor.
Um trecho do livro onde Vítor relembra sua infância e as conversas com a avó;
"Ele olhou pra ela, quis pedir pra ela não morrer, mas deu vergonha: a mãe vivia dizendo que tatu pedinchão é a coisa pior que existe. E então ele perguntou pra mudar de assunto:
- Vó, quando você faz essas viagens compridas, o que você vê mais: floresta ou mar?
A Vó franziu a testa. E só aí que o Vítor reparou que quando ela franzia a tesa daquele jeito aparecia uma ruga diferente: curtinha mas bem funda.
- O que vejo mais é gente pobre e bicho perseguido, é isso que eu vejo mais". (p.40)
José Olympio editora - 29ª edição.
Daí, nessas férias resolvi ler.
Adorei. É uma história emocionante, cheia de metáforas e poesia. Seus personagens quase todos são animais, mas com comportamentos e vida bem humanas. É uma graça. O personagem mais cativante é o tatu Vítor.
Um trecho do livro onde Vítor relembra sua infância e as conversas com a avó;
"Ele olhou pra ela, quis pedir pra ela não morrer, mas deu vergonha: a mãe vivia dizendo que tatu pedinchão é a coisa pior que existe. E então ele perguntou pra mudar de assunto:
- Vó, quando você faz essas viagens compridas, o que você vê mais: floresta ou mar?
A Vó franziu a testa. E só aí que o Vítor reparou que quando ela franzia a tesa daquele jeito aparecia uma ruga diferente: curtinha mas bem funda.
- O que vejo mais é gente pobre e bicho perseguido, é isso que eu vejo mais". (p.40)
José Olympio editora - 29ª edição.
domingo, 27 de janeiro de 2013
Morrer não é o fim - Admir Serrano
É um livro que aborda a morte com naturalidade, dentro da perspectiva de que ela não é um fim.
A vida continua. Assim, o autor traz vários casos de visões no leito de morte, lembranças de outras vidas e saídas do corpo com uma abordagem científica, já que cita vários trabalhos de médicos e outros profissionais que resolveram encarar o assunto com cientificidade.
É, sem dúvida, um livro reconfortante, especialmente quando perdemos entes tão queridos (como minha irmãzinha Adriana) e ficamos a nos perguntar o que será que acontece do lado de lá? Será que ela está bem? Exite vida após a morte?
Bem, esse livro tenta provar que Morrer não é o fim.
(Editora Petit - São Paulo - 2008)
A vida continua. Assim, o autor traz vários casos de visões no leito de morte, lembranças de outras vidas e saídas do corpo com uma abordagem científica, já que cita vários trabalhos de médicos e outros profissionais que resolveram encarar o assunto com cientificidade.
É, sem dúvida, um livro reconfortante, especialmente quando perdemos entes tão queridos (como minha irmãzinha Adriana) e ficamos a nos perguntar o que será que acontece do lado de lá? Será que ela está bem? Exite vida após a morte?
Bem, esse livro tenta provar que Morrer não é o fim.
(Editora Petit - São Paulo - 2008)
Agostinho - Huberto Rohden
Gostei da história, mas esperava mais. Isso porque a vida de Agostinho é contada com muitos comentários com tendências moralistas. Mas é uma boa história, com passagens muito interessantes. li
Editora Alvorada - 5ª Edição.
Editora Alvorada - 5ª Edição.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Os Bandeirantes - Mustafa Yazbek
Esse livro, da editora Ática é um paradidático muito legal. O Gabriel ganhou na escola.
Como a própria edição afirma, é uma história fictícia, mas baseado na História, em documentos e pesquisas.
Depois, ainda tem o contexto da época e a cronologia.
Realmente adorei o livro e devorei. Quero até comprar os vários títulos da coleção.
Para saber mais e para trabalhar em sala de aula, de maneira leve e ao mesmo tempo com o rigor da Ciência.
Excelente.
Como a própria edição afirma, é uma história fictícia, mas baseado na História, em documentos e pesquisas.
Depois, ainda tem o contexto da época e a cronologia.
Realmente adorei o livro e devorei. Quero até comprar os vários títulos da coleção.
Para saber mais e para trabalhar em sala de aula, de maneira leve e ao mesmo tempo com o rigor da Ciência.
Excelente.
Jerusa - Olympia S. Belém
É um romance mediúnico que narra a história de três personagens principais, em três diferentes existências.
A história fica confusa, algumas vezes.
Sinceramente, achei um romance fraco, se bem que no início, quando narra a vida dos ciganos, é bem agradável de se ler.
A história fica confusa, algumas vezes.
Sinceramente, achei um romance fraco, se bem que no início, quando narra a vida dos ciganos, é bem agradável de se ler.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint - Exupéry
(Ed. Agir, 1997 - 45ª edição)
Um clássico que eu ainda não tinha lido. É fácil explicar porque é um livro tão lido: ele é simples e tocante.
Sua narrativa é feita em metáforas que nos fazem lembrar várias vezes de pessoas e mundos reais.
É um livro de fantasias que parecem infantis, mas na verdade, creio que são para adultos, para que retomem a simplicidade de crianças e observem a beleza da vida.
É um livro curtinho, pode ser lido facilmente e é realmente encantador.
O Pequeno Príncipe resolve viajar e passa por vários asteróides e no primeiro encontra um rei.
Esse é um trecho do livro:
O primeiro era habitado por um rei. O rei sentava-se vestido de púrpura e arminho, num trono muito simples, posto que majestoso.
- Ah! Eis um súdito, exclamou o rei ao dar com o principezinho.
E o principezinho perguntou a si mesmo:
- Como pode ele reconhecer-me, se jamais me viu?
Ele não sabia que, para os reis, o mundo é muito simplificado. Todos os homens são súditos. (p.35)
E quantas pessoas não se sentem reis e rainhas e para elas, os outros são seus súditos?
Enfim, é um livro feito de metáforas, que encanta.
Um clássico que eu ainda não tinha lido. É fácil explicar porque é um livro tão lido: ele é simples e tocante.
Sua narrativa é feita em metáforas que nos fazem lembrar várias vezes de pessoas e mundos reais.
É um livro de fantasias que parecem infantis, mas na verdade, creio que são para adultos, para que retomem a simplicidade de crianças e observem a beleza da vida.
É um livro curtinho, pode ser lido facilmente e é realmente encantador.
O Pequeno Príncipe resolve viajar e passa por vários asteróides e no primeiro encontra um rei.
Esse é um trecho do livro:
O primeiro era habitado por um rei. O rei sentava-se vestido de púrpura e arminho, num trono muito simples, posto que majestoso.
- Ah! Eis um súdito, exclamou o rei ao dar com o principezinho.
E o principezinho perguntou a si mesmo:
- Como pode ele reconhecer-me, se jamais me viu?
Ele não sabia que, para os reis, o mundo é muito simplificado. Todos os homens são súditos. (p.35)
E quantas pessoas não se sentem reis e rainhas e para elas, os outros são seus súditos?
Enfim, é um livro feito de metáforas, que encanta.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Prometeu - Alceste (Ésquilo - Eurípedes)
Mais um livro que o Pablo ganhou na escola e que eu adorei. São duas peças gregas, da Grécia antiga, seus autores viveram no século V a.C. Este é um grande motivo para eu adorar os clássicos. Eles tratam de questões da humanidade, de tempos tão antigos e que perduram até hoje em dia. A adaptação dos textos é de Luiz Antonio Aguiar e as ilustrações de Marcelo Pimentel.
Prometeu:
Muitos textos da Grécia antiga misturavam aos seus personagens os deuses mitológicos. Prometeu, o personagem principal dessa peça é um deus. Ele é punido com uma pena muito dolorosa. Fica preso em um rochedo, longe de tudo, acorrentado e ainda pregado. Não fosse pouco, todos os dias uma ave terrível come seu fígado, que é reconstituído para sua refeição do dia seguinte. E como Prometeu é um deus, tem vida eterna, sua pena deve ser perpétua.
Quem condenou Prometeu foi Zeus, pois Prometeu mostrou a humanidade o fogo e também iluminou a todos com o poder do pensar, refletir, questionar. Zeus, o deus todo poderoso não queria que a humanidade se "iluminasse", deveria permanecer na ignorância. Por isso, castigou Prometeu. Mas, o destino reserva coisas que nem mesmo Zeus sabe, somente Prometeu, que também tem o dom da profecia e sabe que seu destino deve mudar e seu castigo um dia terá um final.
A história é muito interessante também pelos diálogos e pelas questões que levanta. Por exemplo, Prometeu afirma que mesmo sabendo que seria punido, não se arrepende e faria tudo de novo. É um herói e ao mesmo tempo, trava diálogos muito interessantes e ás vezes até hostil com quem vai visitá-lo.
Trecho (Diálogo entre Oceano e Prometeu):
"Oceano: Salve, meu irmão Prometeu! Depois de percorrer países imensos puxado puxado por este monstro alado, e não tem freio e me leva independentemente da minha vontade, finalmente consegui chegar até aqui para me colocar ao seu lado. Diga-me, Prometeu, o que posso fazer para ajudá-lo?
Prometeu: E você não sabe?
[Ri.]
Pede a mim, nesta condição desgraçada em que me encontro, para ajudar você... a me ajudar! Mas que curioso. Será que você veio até esta rocha erma realmente para me prestar auxílio ou para assistir ao espetáculo de minha tortura? Porque tenho certeza de que você e todos os demais deuses sabem muito bem o que deve ser feito! Devem derrubar aquele que eu ajudei a subir ao trono! (pps. 30-31)
Alceste
Outra tragédia com um tema intrigante. Um rei vai morrer e somente se alguém se sacrificar em seu lugar, terá sua morte adiada. Ele recorre aos seus pais, já bem velhos, para morrerem por ele, mas estes não aceitam. Somente sua jovem esposa, Alceste, é quem aceita morrer para que seu marido viva. A cena já começa com Alceste no leito de morte e as comoventes despedidas de seu marido, filhos, empregados. É bem triste. Também é uma peça que tem deuses como personagens, tais como Apolo e Hércules. Aliás, este último dá um final surpreendente para a história. Somente o fato de uma esposa aceitar morrer pelo marido já é bastante intrigante. Mas a leitura traz também diálogos que nos fazem pensar. Como o do filho acusando o pai de ter deixado que sua esposa morra, enquanto ele, pai, velho, podia morrer por ela. Ao que o pai retruca que o filho é um covarde, pois quem deveria morrer era ele. Enfim, há diálogos incríveis. É um livro, muito bom.
Trecho (Héracles falando a um Servo)
" Servo de Admeto, que tristeza é essa? Por que esse luto, essa sua cabeça raspada e essas suas roupas negras? Sua obrigação é servir aos hóspedes sem demonstrar desagrado, sejam lá quais forem os problemas por que esteja passando. Como então você ousa exibir essa sua cara sombria a um amigo do rei? Ora, deixe eu lhe ensinar uma coisa. Sim, algo que você parece desconhecer. Todos morreremos, mais cedo ou mais tarde. Na verdade, quem pode dizer que acordará vivo amanhã? Ninguém é capaz de prever seus futuro, e nenhum conhecimento jamais controlará o destino.
Então, agora, que aprendeu isso, me traga mais vinho. Quero música! Quero alegria em torno de mim. Nós, os mortais, somos donos apenas de nosso presente e o resto está fora de nossas mãos. Assim, beba comigo e festeje o fato de estar vivo aqui e agora. Viva Dionísio, o deus mais generoso em relação aos mortais. Dele vêm os maiores prazeres que temos direito neste mundo.
Vem, deixa de lado a sua tristeza. Vamos fazer nossas taças dançarem. Enfeita a sua cabeça! Para as pessoas amarguradas, a vida só é feita de desgraças. Não sabem apreciar o que ela pode nos oferecer."
(pps. 101-102)
Eu recomendo para jovens leitores, mas também para leitores de todas as idades. São clássicos para serem lidos e relidos.
Prometeu:
Muitos textos da Grécia antiga misturavam aos seus personagens os deuses mitológicos. Prometeu, o personagem principal dessa peça é um deus. Ele é punido com uma pena muito dolorosa. Fica preso em um rochedo, longe de tudo, acorrentado e ainda pregado. Não fosse pouco, todos os dias uma ave terrível come seu fígado, que é reconstituído para sua refeição do dia seguinte. E como Prometeu é um deus, tem vida eterna, sua pena deve ser perpétua.
Quem condenou Prometeu foi Zeus, pois Prometeu mostrou a humanidade o fogo e também iluminou a todos com o poder do pensar, refletir, questionar. Zeus, o deus todo poderoso não queria que a humanidade se "iluminasse", deveria permanecer na ignorância. Por isso, castigou Prometeu. Mas, o destino reserva coisas que nem mesmo Zeus sabe, somente Prometeu, que também tem o dom da profecia e sabe que seu destino deve mudar e seu castigo um dia terá um final.
A história é muito interessante também pelos diálogos e pelas questões que levanta. Por exemplo, Prometeu afirma que mesmo sabendo que seria punido, não se arrepende e faria tudo de novo. É um herói e ao mesmo tempo, trava diálogos muito interessantes e ás vezes até hostil com quem vai visitá-lo.
Trecho (Diálogo entre Oceano e Prometeu):
"Oceano: Salve, meu irmão Prometeu! Depois de percorrer países imensos puxado puxado por este monstro alado, e não tem freio e me leva independentemente da minha vontade, finalmente consegui chegar até aqui para me colocar ao seu lado. Diga-me, Prometeu, o que posso fazer para ajudá-lo?
Prometeu: E você não sabe?
[Ri.]
Pede a mim, nesta condição desgraçada em que me encontro, para ajudar você... a me ajudar! Mas que curioso. Será que você veio até esta rocha erma realmente para me prestar auxílio ou para assistir ao espetáculo de minha tortura? Porque tenho certeza de que você e todos os demais deuses sabem muito bem o que deve ser feito! Devem derrubar aquele que eu ajudei a subir ao trono! (pps. 30-31)
Alceste
Outra tragédia com um tema intrigante. Um rei vai morrer e somente se alguém se sacrificar em seu lugar, terá sua morte adiada. Ele recorre aos seus pais, já bem velhos, para morrerem por ele, mas estes não aceitam. Somente sua jovem esposa, Alceste, é quem aceita morrer para que seu marido viva. A cena já começa com Alceste no leito de morte e as comoventes despedidas de seu marido, filhos, empregados. É bem triste. Também é uma peça que tem deuses como personagens, tais como Apolo e Hércules. Aliás, este último dá um final surpreendente para a história. Somente o fato de uma esposa aceitar morrer pelo marido já é bastante intrigante. Mas a leitura traz também diálogos que nos fazem pensar. Como o do filho acusando o pai de ter deixado que sua esposa morra, enquanto ele, pai, velho, podia morrer por ela. Ao que o pai retruca que o filho é um covarde, pois quem deveria morrer era ele. Enfim, há diálogos incríveis. É um livro, muito bom.
Trecho (Héracles falando a um Servo)
" Servo de Admeto, que tristeza é essa? Por que esse luto, essa sua cabeça raspada e essas suas roupas negras? Sua obrigação é servir aos hóspedes sem demonstrar desagrado, sejam lá quais forem os problemas por que esteja passando. Como então você ousa exibir essa sua cara sombria a um amigo do rei? Ora, deixe eu lhe ensinar uma coisa. Sim, algo que você parece desconhecer. Todos morreremos, mais cedo ou mais tarde. Na verdade, quem pode dizer que acordará vivo amanhã? Ninguém é capaz de prever seus futuro, e nenhum conhecimento jamais controlará o destino.
Então, agora, que aprendeu isso, me traga mais vinho. Quero música! Quero alegria em torno de mim. Nós, os mortais, somos donos apenas de nosso presente e o resto está fora de nossas mãos. Assim, beba comigo e festeje o fato de estar vivo aqui e agora. Viva Dionísio, o deus mais generoso em relação aos mortais. Dele vêm os maiores prazeres que temos direito neste mundo.
Vem, deixa de lado a sua tristeza. Vamos fazer nossas taças dançarem. Enfeita a sua cabeça! Para as pessoas amarguradas, a vida só é feita de desgraças. Não sabem apreciar o que ela pode nos oferecer."
(pps. 101-102)
Eu recomendo para jovens leitores, mas também para leitores de todas as idades. São clássicos para serem lidos e relidos.
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