Fotos no Sesc Belém e em casa. Novembro e Dezembro de 2010, no fundo uma música que nós 4 adoramos.
Esse blog foi criado para compartilhar idéias, pensamentos, acontecimentos, com artigos ou simplesmente dicas sobre livros, filmes, músicas, passeios, educação, enfim, sobre as várias coisas boas da vida, para dividir experiências e pensamentos e para registrar bons momentos. Sejam Bem-Vindos!
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Giselle a amante do inquisidor - Monica de Castro - ditado pelo espírito de Leonel
Adorei. È um romance maravilhoso. A história se passa no tempo da inquisição, onde a igreja católica tinha grande poder sobre as pessoas e sobre a sociedade, em geral. Padres extremamente tiranos, egoístas que em nome da igreja tudo faziam. Alguns até acreditavam estar fazendo um bem e salvando almas, afinal eram homens de seu tempo. Mas o que predominava mesmo entre os padres era a ganância, a ambição e até mesmo a crueldade.
Giselle, como o próprio título diz, se torna amante de um inquisidor, com alto cargo na Igreja. Ela também é ambiciosa e não tem limites para alcançar o que deseja.
O que mais gostei no livro foi realmente a história, o pano de fundo, o contexto da sociedade da época que era praticamente governada pelos poderosos da Igreja católica, que em nome de Deus roubava, matava, estrupava, enfim, praticava as mais terríveis barbaridades, tudo pelo poder e para uma vida de luxo e luxúria.
Enfim, adoro os livros da Mônica, ditado pelo espírito Leonel e esse é um grande romance.
Ensaio sobre a cegueira - José Saramago
Um livro do famoso escritor José Saramago, que morreu esse ano e cujo o qual eu ainda não tinha lido nenhum livro. Posso dizer que gostei muito, mas confesso que no início é estranho porque ele não usa muitos parágrafos e pontos nas frases, que muitas vezes são separadas por vírgula, mas basta ler uma ou duas páginas e voce já entende o seu jeito e consegue compreender claramente onde a vírgula é para nós, um ponto e consegue assim, compreender.
A história é genial pois fala de uma cidade onde aos poucos, seus habitantes vão perdendo a visão. Imagine uma pessoa de repente, muito de repente e sem explicação científica se "ver" diante de uma cegueira branca onde não enxerga mais nada além de uma cegueira branca como o leite. Esse fato só por si já é muito difícil pra qualquer pessoa, mas tudo vai ficando cada vez pior com a quarentena dos cegos e das pessoas mais próximas a eles, o medo de nunca mais voltar a enxergar, a falta de respostas para tal doença e o local para onde os cegos são enviados, ou melhor, quase abandonados à própria sorte, onde encontram com pessoas nas mesmas condições de cegueira, pessoas boas e outras, nem tanto, que são capazes de matar, roubar, violentar as mulheres do local, mesmo estando cegas: afinal elas cegaram de repente e o que eram até então, não muda em nada.
É um livro bem interessante, mas também bem pessimista, é como uma história com acontecimentos ruins que parecem só piorar. Mas, é um grande enredo que mexe com nossa consciência sobre o que é a vida, o ser humano e a sociedade e até que ponto as pessoas podem ser solidárias umas com as outras, solidárias com o seu próximo. E também sobre a essência de cada ser humano, onde nem mesmo uma desgraça como ficar cego muda alguma coisa, para algumas pessoas. Mas também mostra o desprendimento de uma mulher que fica ao lado de seu marido até o final e faz de tudo para ajudá-lo e também as pessoas mais próximas. É uma história incrível que "virou" até filme, o qual quero assistir.
Ah, outra peculiaridade do autor, não sei se só nesse livro, ou em todos: seus personagens não tem nomes, mas são citados por uma ou outra característica, seja física, profissional, ou mesmo de condição. Por exemplo, os personagens principais do livro: o médio (oculista), a mulher do médico, a rapariga dos óculos escuros, o primeiro cego, a mulher do primeiro cego, o velho da venda preta, o menino estrábico.
Recomendo: é uma grande história, assim como devem ser as demais desse autor, que faz compreender o seu reconhecimento de crítica e público, mas, não entendi bem a última linha do livro, quem sabe o filme me "explica".
Lembranças que o vento traz
Uma bela história que se passa no final do século XIX, quase toda em Cabo Frio. Dá pra imaginar como era a cidade na época: sem muitos recursos, luxo ou infra-estrutura, mas com uma natureza incrível. Na verdade o livro é o terceiro de uma trilogia onde o primeiro é Sentindo na própria pele e o segundo: Com o amor não se brinca. Eu não li os dois primeiros, mas deu para entender essa história muito bonita, que fala de renúncia, amor, conflitos, doença, mistério, escravidão, submissão, enfim assuntos bem peculiares da época, como a triste vida reclusa e dolorosa de uma pessoa com lepra ou mesmo a submissão de uma mulher a um casamento arranjado, entre outras questões, que como em todo o livro espírita são esclarecidas com a lei do livre-arbítrio e do processo de reencarnação.
Para quem, como eu, adora um bom romance, especialmente do século XIX é excelente.
Um livro de Mônica de Castro, ditado pelo espírito Leonel.
Personagens principais: Clarissa e Abílio.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Considerações de uma escritora

Sou uma aprendiz de escritora. Aos 37 anos quando penso nisso me sinto uma criança.
Ainda vou escrever um livro, ou até vários. Não por dinheiro, nem mesmo por hobby, mas como algo que lateja dentro de mim e que chega a ser até uma necessidade, mas não no sentido de obrigação, mas necessidade da alma.
Por enquanto, vão nessas poucas linhas um pouco de atrevimento em escrever e ainda mais em afirmar a minha vontade em ser escritora, é como pôr os pés na água para ver se está gelada e ir se aprofundando aos poucos, ou de uma vez.... quem sabe. Pode ser que eu me jogue.
O que importa? Se sou praticamente eu a única leitora de mim mesma (por enquanto), porque não penso pequeno.
O mais importante no momento é ordenar os pensamentos, deixar correr as mãos pelo teclado, ordenando e desordenando minhas idéias , arrumando e bagunçando, numa construção de mim mesma. Porque não somos seres acabados, mas em eterna construção, já dizia Paulo Freire.
Por falar em pensamentos, são eles também o motivo de escrever e correr a digitar: muitas vezes eles são tão fugazes, espertos, audaciosos e brincalhões. Passam rapidamente e algumas vezes só me lembro deles bem vagamente e fico a imaginar: o que estava pensando mesmo? É claro, não tenho a intenção de registrar tudo, os pensamentos são muito rápidos e não devem mesmo ser capturados assim e também, como seria chato, não é mesmo? Mas, me parece que às vezes é bom prendê-los alguns por aqui para que fiquem guardados. Quem sabe eu queira usá-los ou ressucitá-los, nem que seja para exclamar no futuro (que horrível, que breguice escrever essas coisas). Mas, por enquanto, quero escrever e escrevo.
Enquanto escrevo fico pensando se não estou já a imprimir ou esboçar o meu estilo? Por falar nisso, quero que seja franco, sincero, honesto. Não que seja rude, não é essa a intenção, mas que diga o que pensa sem receio, sem rodeios. É escrever é mesmo um treino, de vida.
domingo, 28 de novembro de 2010
Os Sertões - Euclides da Cunha
Estou quase no final do livro. Ele é bem descritivo, muitas vezes cansativo. Começa com a descrição da paisagem, numa linguagem bem geográfica e às vezes até técnica. Depois, em sua melhor parte, descreve o homem do sertão, as pessoas convivendo e sobrevivendo em um lugar de natureza dura, duríssima. Enfim, traz as descrições da guerra, desde o seu início.
Para mim foi um grande aprendizado ler esse livro, como pessoa, como professora, além de trazer lembranças de meu avô, já que Antonio Conselheiro viveu em Xorroxó e andou por praticamente todo o sertão baiano.
Também tenho a certeza que quero ler muito mais sobre a história do Brasil, a história do mundo, em geral. Além de adorar esse assunto, entendo que é uma obrigação como professora saber mais, ampliar horizontes, ter uma visão crítica da história. É claro que essa é uma versão, mas um grande trabalho do autor que me permite, hoje, pelo menos, falar com mais propriedade sobre esse triste episódio da nossa história.
Para finalizar, gostaria de deixar minha impressão sobre a guerra de Canudos, retratada nesse livro. Foi, como tantos outros episódios, uma injustiça. Foi um massacre sem razão em um povo tão sofrido, tão miserável, esquecido nos sertões da Bahia. Uma história de lutas, tragédias, devoção, fé, vidas e vidas perdidas de lado a lado, enfim, uma guerra idiota, como todas as outras, que eu acredito que nunca vou entender.
Segue algumas passagens do livro:
Sobre Antonio Conselheiro:
"Vagueia então algum tempo, pelos sertões de Curaçá, estacionando (1877) de preferencia em Xorroxó, lugarejo de poucas centenas de habitantes, cuja feira movimentada congrega a maioria dos povoadores daquele trecho do S. Francisco...." (pg 171)
Sobre o povo e seus costumes religiosos, que resolve seguir Antonio Conselheiro e se mudar para Canudos:
"Ali estavam, gafadas de pecados velhos, serodiamente peninteciados, as beatas - êmulas das bruxas das igrejas - revestidas de capona preta lembrando a holandilha fúnebre da Inquisição; as solteiras, termo que nos sertões tem o pior dos significados, desenvoltas e despejadas, soltas na gandaíce sem freios; as moças donzelas ou moças damas, recatadas e tímidas; e honestas mães de famílias; nivelando-se pelas mesmas rezas. (pg 203)
Uma pequena e triste passagem de tantas outras tristes depois de 10 meses de guerra, sobre os sertanejos:
"Um único às vezes escapava, às carreiras. Transpunha a barranca de um salto, e perdia-se nos escombros do casario, levando aos companheiros alguns litros de água que custavam hecatombes. E era um líquido suspeito, contaminado de detritos orgânicos, de sabor detestável em que se pressentia o tóxico das ptomaínas e fosfatos dos cadáveres decompostos jazentes desde muito insepultos por toda aquela orla do Vaza-Barris.
Estes episódios culminaram o heroísmo dos matutos. Comoviam, por fim, aos próprios adversários. " (pg 555)
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Será este o lugar chamado Fazenda São José, em Chorroxó?
Quantos planos meu vô tinha de levar os netos até lá.
Saudades.
A história na literatura - Alguns de meus antepassados - Os Sertões
(Igreja erguida em 1885 por Antonio Conselheiro, em Chorroxó).
Um relato bem detalhado da nossa história, marcada por grandes injustiças e absurdos.
Adorei ler os nomes das cidades onde meu querido vô Zé viveu, no sertão baiano: Xorroxó, Caculé, entre tantas outras por onde ele também passou. Com passagens tão descritivas dá para (pelo menos) imaginar o sertão baiano, castigado pela natureza, esquecido pelos homens. Me lembro tanto, tanto do meu vozinho. Se ele tivesse aqui, com certeza me contaria suas histórias de sertão, com suas narrativas deliciosas, sua doçura e humor tão seculares. Que saudade avô querido, olha onde fui te encontrar, em um livro!
Mudando da prosa para não me emocionar ainda mais: Fico impressionada e me pergunto como Euclides da Cunha fazia para escrever, numa época com poucos recursos tecnológicos. Ele escreveu Os Sertões, por exemplo, quando viajou para a Bahia para cobrir de perto a guerra de Canudos, em 1897, para o jornal O Estado de São Paulo.
Quanto mais aprendo, mais sei que tenho muito que aprender. Estou gostando bastante e ainda quero ler outras versões dessa incrível e triste história.
domingo, 14 de novembro de 2010
Esaú e Jacó - Machado de Assis
É muito bom ler Machado de Assis, com seu estilo único de escrever e dialogar com o leitor. Esaú e Jacó foi o último livro escrito por ele. O que quero destacar é que aprendemos história do Brasil sempre que lemos Machado de Assis, com suas descrições da sociedade da época e seus comentários ótimos. Em Esaú e Jacó, aprendi um pouco mais sobre a proclamação da república do Brasil (15/11/1889). Acontece que o livro conta a história de dois irmãos gêmeos, muito diferentes nos gostos, em quase tudo, pois acabam se apaixonando pela mesma pessoa. Mas, como em outros assuntos são tão diferentes, um é a favor da república, e outro, do império. Assim, com bons livros de literatura, aprendemos também história. É verdade que se trata de um romance, mas os fatos estão lá, é só preciso ter em mente a subjetividade do autor, mas afinal, ela também está presente na versão dos historiadores (é da natureza humana).
Outro aspecto do livro que gostei muito, é que me lembraram meus filhos. Não são gêmeos, mas são parecidos fisicamente, do mesmo signo (leão) e muito diferentes em suas preferências. É muito curioso. Mas, voltando ao livro, é muito bom, descreve o Brasil no final do século XIX (adoro ler tudo sobre essa época) e é uma bela história de dois irmãos tão antagônicos. Eu recomendo.
(Biblioteca Metrô Tatuapé)
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
A Cabana - William P. Young
Bom, vou fazer um breve resumo: um pai que tem sua filha sequestrada e desaparecida passa por grande sofrimento e volta seu pensamento para Deus: Por que isso foi acontecer com a minha filha? Por que com nossa família? Se o Senhor é bom, me explica, por quê? Bem, mais ou menos são essas as questões do personagem principal.
Ao entrar em contato com tal enredo e por tamanho sucesso do livro, pensei estar diante de um dos maiores livros da minha vida.
Mas, qual não foi a decepção: o livro é muito repetitivo, chega a ser chato em alguns momentos e sinceramente, para uma pessoa tão pé no chão como eu, é difícil certas passagens, são questões incompreensíveis pra mim (talvez um defeito, mas ninguém é perfeito).
Assim como diz um trecho da música da Legião Urbana - Índios: "Como é que um mesmo Deus ao mesmo tempo é três?" A história se torna "demais pra mim" quando o pai encontra com Deus na cabana, conversa com ele (que na verdade é ela), depois com o Espírito Santo em pessoa (outra mulher, com aparencia vietnamita) e depois com Jesus (de aspecto oriental), todos aparecem com formas e costumes humanos, e deixam claro que também são um só, um pouco demais pra mim.
Não digo que o livro é de todo ruim, há passagens muito bonitas, metáforas bem interessantes, mas para um livro que começa com um questionamento tão bom, deixou a desejar no desenrolar da história.
Um livro muito (bem) recomendado, mas não por mim. É isso.
O amanhã a Deus pertence
Como o próprio título diz: O amanhã a Deus pertence, portanto, relaxe!
Um sentimento de apego que não separa marido e mulher nem depois da morte. O romance traz a história de um casal que aparentemente é feliz, mas que na verdade possuem poucas afinidades e objetivos completamente diferentes.
Um livro bem interessante. O que mais estou gostando dos novos livros da Zíbia é que os personagens não são "tão" fictícios: totalmente bons ou totalmente maus, ninguém é assim!!!
Enfim, é uma boa história pra ler como lazer mesmo. Eu li no ônibus e no metrô na minha travessia da zona leste para a zona oeste, durante a semana. Gostei.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
A Soma dos Dias (Isabel Allende)
Não sei se já escrevi, mas tive uma imensa surpresa quando li o livro "A Casa dos Espíritos", de Isabel Allende. Fiquei realmente impressionada com o seu estilo sofisticado e ao mesmo tempo simples e bem humorado, sua criatividade e seus personagens marcantes. Bom, começaram as aulas e fiquei sem tempo pra nada. Mas agora....
Bom, tive o prazer de ler outro livro da Isabel, chamado a Soma dos Dias, onde ela conta sobre sua vida e de sua família (e ela viveu muitas coisas diferentes, sofridas, fantásticas, dramáticas, alegres, enfim, uma verdadeira novela).
Bom esse livro só fez aumentar minha admiração por Isabel que até agora, posso afirmar ser a minha autora favorita, seu estilo é único. E também só me fez aumentar a vontade de ler todos os seus livros. A lista é grande. Espero ter o prazer de lê-los e depois, compartilhar as idéias sobre todos.
Vencendo o Passado (Zíbia Gasparetto)

Lá vou eu, escrever sobre os livros que leio. Vencendo o passado foi um livro que peguei emprestado por acaso. Eu pedi um livro da Mônica de Castro (que é minha autora preferida de livros espíritas), na biblioteca, mas a moça me deu esse. Então, achei que deveria ler. E foi uma boa surpresa. A história se passa na cidade de Bebedouro, interior de São Paulo e depois, na capital paulista. É uma bela história e foi muito prazeroso ler este livro, que nos mostra que somos responsáveis por nossa vida, mesmo que aparentemente possamos nos achar injustiçados e vítimas de determinadas situações. Enfim, trata da reencarnação, de vidas passadas, mas acima de tudo, é uma linda história de amor. Muito legal.
Greta (Mônica de Castro)
Eu já havia lido um livro da Mônica de Castro, chamado "O preço de ser diferente". Gostei muito do seu estilo (ditado por Leonel) e agora que estou tranquilíssima (terminei a graduação, só trabalho em um período), resolvi fazer uma coisa que estava com muita vontade e não tinha tempo: ler por pura diversão. Então dá-lhe romances e histórias e mais histórias. Adoro....
Enfim, esse livro é muito bem escrito, fala de espiritualidade, da perda de um filho, de crise num casamento, de prostituição, das reviravoltas que o mundo dá (sempre), enfim, é uma história muito bem contada e emocionante. Eu recomendo....
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Fim de férias que foi tudo de bom. Sem grandes gastos, sem viagens ou mesmo maiores passeios, mas pra mim foi o máximo.
Fomos algumas vezes ao Ceret. E em pleno inverno, tivemos dias com bastante sol, muito, muito agradáveis. Simplesmente olhar meus príncipes jogando bola, depois caminhar com eles e com o meu Amor...
Assistir a filmes muito bons, também foi ótimo. Fazer arte, brincar com as fotos, dormir um pouco mais, não ter que ouvir o celular despertar, é muito bom.
Já estou com saudades da nossa convivência. Mas é bom, assim nas próximas férias será tão maravilhoso ou melhor ainda do que essa.
E que venha o próximo semestre, com muitos projetos onde buscarei sempre fazer o melhor e torcer para que seja um ótimo período para nós todos.
Fomos algumas vezes ao Ceret. E em pleno inverno, tivemos dias com bastante sol, muito, muito agradáveis. Simplesmente olhar meus príncipes jogando bola, depois caminhar com eles e com o meu Amor...
Assistir a filmes muito bons, também foi ótimo. Fazer arte, brincar com as fotos, dormir um pouco mais, não ter que ouvir o celular despertar, é muito bom.
Já estou com saudades da nossa convivência. Mas é bom, assim nas próximas férias será tão maravilhoso ou melhor ainda do que essa.
E que venha o próximo semestre, com muitos projetos onde buscarei sempre fazer o melhor e torcer para que seja um ótimo período para nós todos.
sábado, 24 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
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